Itaka Escolapios Itaka Escolapios

Jogos solidários

Data: 26 de Outubro de 2021

Áreas:
Combate à exclusão

Idade:

  • 6-8
  • 8-10
  • 10-12
  • 12-14
  • 14-16

Objetivos :

  • Enfatizar a importância da colaboração e da solidariedade em qualquer situação.
  • Resolver conflitos por meio da cooperação e da confiança.

Valoración:

(1 votos, promedio:
Loading...

Esta atividade propõe três jogos cooperativos nos quais se espera que os alunos avaliem a importância da cooperação e da solidariedade com as pessoas para avançar. Os três jogos podem ser aplicados a qualquer faixa etária, a única coisa que varia é o grau de dificuldade que o professor deve dar em cada tarefa, dependendo da idade das crianças.

Como o objetivo é o mesmo para os três jogos, você pode jogar os três seguidos (ou apenas um ou dois, dependendo do tempo) e, então, realizar uma reflexão conjunta na qual todas as crianças participam, contando o que pensaram, como se sentiram e que conclusões tiraram, e no final refletir sobre cooperação e solidariedade.


A teia de aranha

O professor ou professora monta uma teia de aranha com uma bola de lã, enganchando e cruzando-a em diferentes alturas e em diferentes tamanhos de orifícios. Em seguida, explica aos alunos que eles devem atravessar de um lado ao outro da teia, sem tocá-la, sem movê-la nem usar a mesma área de travessia que os participantes anteriores (uma marca pode ser colocada para deixar claro quais partes já foram usadas).

Não se dará mais explicações e se dará liberdade para a atividade, de maneira que possam tentar sozinhos ou, caso desejarem, ajudarem ou ao outro. Quando todas as pessoas tiverem atravessado a teia de aranha, é solicitado que o façam novamente, com as mesmas regras (não tocar, não mover ou usar a mesma passagem que os participantes anteriores), mas dessa vez colaborando uns com os outros para atingir o objetivo.

Pode-se aumentar o grau de dificuldade da atividade dizendo-lhes que não falem, por exemplo, mas que atuem por gestos ou limitando o tempo da atividade.

Quando todos os membros do grupo puderem passar para o outro lado da teia de aranha, faz-se uma análise de como a atividade foi realizada: como eles se sentiram na primeira vez e na segunda vez, que mecanismos de cooperação foram formados, se acreditavam que iriam conseguir e assim por diante.

Finalmente, os estudantes refletem sobre como é mais fácil alcançar objetivos trabalhando juntos e cooperando, do que individualmente. Algumas coisas podem ser alcançadas, mas em grupo e em solidariedade, muito mais progresso pode ser feito.


Vire o lençol

O professor ou professora coloca um lençol ou pano grande no chão e convida os meninos e meninas do grupo (pode-se fazer vários grupos com vários lençóis, se houver muitos) posicionando-se sobre o lençol e ocupando somente a metade do espaço.

Então, quando todos estão no lugar, é pedido que virem o pano sem sair do lençol nem pisar no chão em nenhum momento.

Depois de realizar a atividade, levanta-se um debate para identificar as estratégias usadas pelos integrantes do grupo, como conseguiram virar o lençol, se precisaram mudar o plano original, e de que maneira com a colaboração de todos foi possível conseguir, já que uma pessoa sozinha não poderia fazê-lo.


Cadeiras cooperativas

 Vamos precisar de uma cadeira para cada participante, que ficará em círculo, e um dispositivo de música. A atividade é uma versão do clássico jogo das cadeiras. A música toca e, quando ela parar, todos terão que se sentar. Na próxima rodada, uma cadeira é removida, mas nenhuma pessoa é eliminada, e o mesmo é feito novamente como na primeira rodada. Ninguém pode ficar de pé. Mas como há falta de cadeiras, sempre haverá alguém que ficará de pé e cada vez mais pessoas, então terão que dividir as cadeiras o melhor que puderem para que ninguém toque no chão quando a música parar.

A solução tem que chegar entre todos ajudando uns aos outros para que ninguém caia e nem seja deixado para trás. Posteriormente, se fará uma reflexão sobre a importância da cooperação e não discriminar ninguém, porque não importa quem somos.


Esta atividade é parte da Campanha de Solidariedade 21-22: